Artículos
Vol. 9 N.º 1 (2006): Marzo
MODELOS MENTALES Y MODELOS NUMÉRICOS: UN ESTUDIO DESCRIPTIVO EN LA ENSEÑANZA MEDIA
Facultad de Ciencias Exactas Universidad Nacional del Centro Provincia de Buenos Aires, Argentina
Departamento de Psicología Educacional Faculdade de Educação-Universidade Estadual de Campinas Brasil
-
Submetido
-
outubro 26, 2024
-
Publicado
-
2006-03-31
Resumo
Neste trabalho é realizado um estudo exploratório transversal (N=25) com estudantes de ensino fundamental e médio (12 a 18 anos de idade), com a finalidade de analisar as estratégias utilizadas e os modelos mentais subjacentes quando eles enfrentam uma situação matemática problemática, na medida em que não possuem esquemas eficientes. São adotadas as noções de representação mental e de modelo mental propostas por Johnson-Laird (1983, 1990, 1996), assim como a idéia de modelo mental numérico, elaborada por Schwartz & Moore (1998). Os dados mostram que quando estes estudantes concebem a situação como um problema e não podem utilizar eficientemente ferramentas algébricas para expressá-la, desenvolvem estratégias relacionadas com modelos mentais que se baseiam em manipulações numéricas para reduzir a complexidade. Também são analisados os modelos mentais que estão implícitos nas resoluções algébricas, e são discutidas suas possíveis relações com os modelos numéricos e é questionado como os modelos mentais –construídos na memória de trabalho– servem como ponte para extrair conhecimento de ordem maior, permitindo a elaboração de representações mais estáveis que poderiam incidir nos esquemas do sujeito (Schwartz & Moore, 1998; Moreira 2002; Greca y Moreira, 2002). Além disso são analisadas algumas implicações para o ensino e a investigação em Educação Matemática.
Referências
- Bolea, P.; Bosch, M. y Gascón, J. (2001). La transposición didáctica de organizaciones matemáticas en proceso de algebrización: el caso de la proporcionalidad. Recherches en Didactique des Mathématiques 21 (3), 247-304.
- Bosch, M. (1994). La dimensión ostensiva en la actividad matemática. El caso de la proporcionalidad. Barcelona, España: Universitat Autònoma de Barcelona.
- Bosch, M. y Chevallard, Y. (1999). La sensibilité de l’activité mathématique aux ostensifs. Objet d’ étude et problematique. Recherches en Didactique des Mathématiques 19 (1), 77-124.
- Brousseau, G. (1986). Fondements et méthodes de la didactique des mathématiques. Recherches en Didactique des Mathématiques 7 (2), 33-116.
- Coulange, L. (2001). Enseigner les systèmes d’écuations en Troisième. Une étude économique et écologique. Recherches en Didactique des Mathématiques 21 (3), 305- 354.
- Elichiribehety, I; Otero, M. R. y Fanaro, M. (2002). Los modelos mentales que subyacen a la resolución de problemas algebraicos: un estudio transversal. Revista Latinoamericana de Investigación en Matemática Educativa 5 (2), 169-198.
- Greca, I. y Moreira, M. A. (2002). Além da detecção de modelos mentais dos estudantes. Uma proposta representacional integradora. Investigacoes em Ensino de Ciencias 7 (1). Obtenido de http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/vol7/n1/v7_n1_a2.html
- Johnson-Laird, P. (1983). Mental models. Cambridge, USA: Cambridge University Press.
- Johnson-Laird, P. (1990). El ordenador y la mente. Barcelona, España: Paidós.
- Johnson-Laird, P. (1996). Images, models and propositional representations. En Manuel de Vega, Margaret Jean Intons Peterson, Philip Johnson-Laird, Michel Denis y Marc Marschark (Eds.), Models of visuospatial cognition (Cap. 3, pp. 90-126). New York, USA: Oxford University Press.
- Karmiloff-Smith, A. (1994). Mas allá de la modularidad. Madrid, España: Alianza Editorial.
- Moreira, M. A. (1997). Modelos mentais. Investigacoes em Ensino de Ciencias 1 (3). Obtenido de http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/v1_n1_a1.html
- Moreira, M. A. (2002). A teoria dos campos conceituais de Vergnaud, o ensino de ciencias e a pesquisa nesta área. Investigações em Ensino de Ciencias 7 (1). Obtenido de http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/vol7/n1/v7_n1_a1.html
- Otero, M. R. y Banks Leite, L. (1998). Buscando modelos mentales. Tesis de maestría, Facultad de Ciencias Humanas, Universidad Nacional del Centro-Universidade Estadual de Campinas.
- Otero, M. R. (1999). Psicología cognitiva, Representaciones mentales e investigación en enseñanza de las ciencias. Artículo Invitado. Investigacoes em Ensino de Ciencias 4 (2). Obtenido de http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/vol4/n2/v4_n2_a2.htm
- Otero, M. R., Elichiribehety, I. y Roa, M. (2001). El tratamiento dado a las ecuaciones en los textos ¿tiene en cuenta a los alumnos? Educación Matemática 12 (3), 18-29.
- Otero, M. R.; Papini, M. C. y Elichiribehety, I. (1998). Las representaciones mentales y la Enseñanza de la Matemática. Educación Matemática 10 (3), 90-103.
- Schwartz, D. L. & Black, J. B. (1996). Shuttling between depictive models and abstract rules: induction and fallback. Cognitive Science 20 (2), 457-497.
- Schwartz, D. & Moore, J. (1998). On the role of mathematics in explaining material world: mentals models for proportional reasoning. Cognitive Science 22 (4), 441-516.
- Van Dijk, T. A. (1992). Cognição, discurso e interação. Sao Paulo, Brasil: Editora Contexto.